COLOMBO
SRI LANKA


Construído sobre plataformas flutuantes no lago Beira, o Seema Malaka não é um templo tradicional, mas um espaço de meditação sereno. A estrutura actual foi redesenhada por Geoffrey Bawa nos anos 70, misturando arquitectura cingalesa, tailandesa e chinesa. Rodeado por estátuas de Buda, o templo é um retiro urbano em pleno coração de Colombo, ligado ao mais movimentado Templo Gangaramaya.

A Torre Lótus é o edifício mais alto do Sri Lanka e um ícone moderno da capital. Com os seus 350 metros de altura e uma forma inspirada numa flor de lótus, combina funções de telecomunicações com atracções turísticas. A torre inclui plataformas de observação com vista panorâmica sobre Colombo, um restaurante giratório e espaços de exposições. É símbolo do progresso tecnológico do país.

Este monumento marca o local simbólico onde os portugueses terão desembarcado pela primeira vez no Sri Lanka em 1505. Erguido junto à costa, celebra o início da presença europeia na ilha, que viria a influenciar a política, a religião e o comércio local. Apesar da dimensão modesta, o monumento tem valor histórico e representa o início de uma era de trocas, conflitos e heranças duradouras entre Portugal e o Ceilão.

O Farol de Galbokka, construído em 1952, substituiu o antigo farol da torre do relógio. Situado junto à linha costeira e ao antigo forte, continua activo e é gerido pela Marinha do Sri Lanka. Com 29 metros de altura, destaca-se pelo seu corpo cilíndrico branco e base em granito. O local oferece vistas sobre o mar e sobre o tráfego marítimo que entra no porto. Embora o acesso ao interior seja restrito, o exterior é um ponto de paragem fotogénico e sereno no passeio marítimo.

Este mercado moderno foi construído sobre uma secção do Canal de Beira para revitalizar a zona de Pettah. As bancas flutuantes vendem artesanato, roupa e snacks locais. Mais do que um centro de compras, é um esforço de requalificação urbana que alia comércio informal, arquitectura leve e a tranquilidade das margens do canal. O mercado pretende ser um espaço funcional, sustentável e agradável, apesar de ainda pouco frequentado.

Erguido sobre pilares de betão junto ao porto, o Sambodhi Chaithya destaca-se na paisagem urbana de Colombo. Este estupa moderno, construído nos anos 1950, pretende simbolizar a iluminação de Buda. O acesso por uma longa escadaria metálica reforça o carácter simbólico da elevação espiritual. A vista a partir do topo revela a cidade e o mar, unindo espiritualidade e paisagem.

Construído para comemorar a independência do Sri Lanka em 1948, este pavilhão de pedra inspira-se na arquitetura do antigo salão real de Kandy. O edifício é um símbolo da identidade nacional, e alberga no seu interior o Museu da Independência, com exposições dedicadas à luta pela soberania do país. Rodeado por jardins cuidados, o local convida à reflexão sobre a história política do Sri Lanka.

Construída em 1857, esta torre de relógio serviu também como farol, orientando os navios que se aproximavam do porto de Colombo. Com um estilo neoclássico e 29 metros de altura, deixou de funcionar como farol nos anos 1950, quando os edifícios à volta começaram a bloquear a luz. Continua, no entanto, a marcar as horas e é um marco icónico da cidade, situado perto do antigo forte colonial e do actual distrito financeiro.

Originalmente construído no século XVII pelos holandeses como hospital para os funcionários da Companhia das Índias Orientais, este edifício foi restaurado e transformado num elegante centro comercial. Com pátios amplos, colunatas e tectos em madeira, mantém o charme colonial e acolhe cafés, restaurantes e lojas de design. É hoje um dos espaços mais agradáveis e vibrantes da zona histórica de Colombo.











