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JAPÃO

ÁSIA

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A primavera (março a maio) e o outono (setembro a novembro) são ideais, com clima ameno e paisagens marcantes — cerejeiras em flor na primavera e folhagem vermelha no outono. O verão é quente e húmido, e o inverno, frio mas seco.

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O japonês é a língua oficial. Nas grandes cidades, encontra-se sinalização em inglês e, em zonas turísticas, alguns menus e indicações em chinês e coreano. Fora dessas áreas, o inglês é pouco falado, mas gestos e simpatia ajudam muito.

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O Japão é um dos países mais seguros do mundo. O crime violento é raro, e objetos perdidos são frequentemente devolvidos. Ainda assim, é sensato manter atenção em áreas movimentadas e nos transportes, sobretudo contra pequenos furtos.

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O Japão é servido por aeroportos internacionais como Narita e Haneda (Tóquio) e Kansai (Osaka). Existem voos diretos e com escalas a partir de várias capitais europeias. Do aeroporto, comboios e autocarros ligam rapidamente às cidades.

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O Japão está 9 horas à frente de Portugal continental no horário padrão e 8 horas à frente quando Portugal está em horário de verão. Não existe mudança de hora no Japão.

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A moeda é o iene (¥). Circulam moedas de ¥1, ¥5, ¥10, ¥50, ¥100 e ¥500 e notas de ¥1.000, ¥5.000 e ¥10.000. Multibancos aceitam cartões estrangeiros, mas nem todos; convém ter dinheiro vivo, pois muitos estabelecimentos não aceitam cartões.

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As tomadas no Japão são do tipo A e B, com dois pinos planos. Funcionam a 100 V e 50/60 Hz. Aparelhos europeus necessitam de adaptador e, em alguns casos, transformador, já que a voltagem é inferior à da Europa (220-240 V).

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O Japão, arquipélago situado no leste da Ásia, formou-se cultural e politicamente a partir de influências diversas, sobretudo da China e da Coreia, mas desenvolveu uma identidade própria. Os primeiros assentamentos humanos datam de dezenas de milénios, mas foi durante o período Jomon (c. 14.000–300 a.C.) que surgiram sociedades sedentárias com cerâmica elaborada. Seguiu-se o período Yayoi (300 a.C.–300 d.C.), marcado pela introdução da agricultura do arroz e do metal, vindo do continente. A unificação gradual das tribos sob a liderança do clã Yamato, no século IV, deu origem ao embrião do Estado japonês. No período Asuka (538–710), o budismo chegou da Coreia e a estrutura administrativa inspirou-se no modelo chinês. Em Nara (710–794) consolidou-se a primeira capital permanente, e em Heian (794–1185) floresceram a corte imperial, a literatura e as artes. A partir do século XII, o poder real cedeu lugar ao governo militar dos xoguns, estabelecendo um sistema feudal que perdurou séculos. O período Edo (1603–1868) trouxe paz e estabilidade sob o xogunato Tokugawa, mas também isolamento quase total do exterior. A abertura forçada em meados do século XIX, impulsionada pelo contacto com potências ocidentais, levou à Restauração Meiji (1868) e a uma rápida modernização, transformando o Japão numa potência industrial e militar. O expansionismo levou a conflitos, culminando na Segunda Guerra Mundial e na devastação nuclear de Hiroshima e Nagasaki (1945). A rendição marcou o início de uma nova era: sob ocupação americana, o país adotou uma constituição pacifista e reconstruiu-se como potência económica global, mantendo um equilíbrio entre tradição e inovação até aos dias de hoje.

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